Procuro
um
amigo
da
minha
juventude
chamado
Filipe
Rodrigues
(Luis
Filipe
Zeferino
Rodrigues?)
que
saiu
de
Mocambique
em
meados
dos
anos
70
tendo
ido
viver
para
Portugal,
primeiro
Cascais
e
depois
mais
tarde,
para o
Cacém.
O
Filipe
é
mais
conhecido
por
"Pi"
e é
casado
com a
Ana
Araújo,
também
de Moçambique
(Maputo)
e a
filha
deles
chama-se
Ana
Filipa.
Perdi
o
contacto
destes
antigos
e
grandes
amigos
em
princípios
de
1980 e
gostaría
muito
de
reencontrá-los.
Ficaría
eternamente
grato
a quem
me
pudesse
indicar
o paradeiro
destes
amigos.
|
Tudo
beleza?
Em 2001
enviei
algumas
mensagens
perguntando
sobre
amigos
que
conheci
em
Maputo
no ano
de 1982,
quando
morei
durante
um ano
no Hotel
Moçambicano.
Sou
Brasileira
e na
época
tinha 9
anos de
idade e
meu pai
estava
trabalhando
como
cooperante
em
Moçambique.
O nome
destes
amigos
são
Pedro e
Paulo e
os dois
moravam
em um
edifício
ao ldao
do
hotelMoçambicano,
na Av.
Felipe
Samuel
Magaia.
Infelizmente
não
tive
mais
notícias
dos dois.
Em
Dezembro
de 2001
estive
novamente
em
Maputo
em
passeio,
mas
mesmo
assim
não
tive
informações
deles,
pois já
não
residiam
mais no
edifício
e a
barbearia
que
pertencia
ao pai
dos
garotos,
pertence
agora a
outra
pessoa
faz
muitos
anos.
O
pai
deles
tinha
uma
barbearia
em
frente
ao Hotel
Moçambicano
e
também
era
taxista
na
época,
tinha um
carro
Mercedes
Benz,
modelo
antigo e
se não
me
engano o
carro
era
preto e
amarelo.
Se
alguém
tiver
notícias,
entre em
contato!
Ou se os
próprios
estiverem
lendo
isto,
apareçam!!!
Estou
esperando.
Beijos...
Leslie.
S.
Paulo,
Brasil.
- jillfszabo@uol.com.br
JUN23
|
Soube
deste site
pela minha
Mãe, que
o recebeu
também de
um moçambicano.
Adorei
e estou
sempre
vindo
aqui.
Sou
Laurentina,
Coca-cola,
sou MOÇAMBICANA.
Nasci
em Lourenço
Marques, morava
na 31 de
Janeiro
perto da
Casa das
Beiras,
estudei no
António
Barroso,
Joaquim
Machado,
Escola
Comercial
e depois,
na Beira,
no Colégio
Luis de
Camões.
Trabalhei
no Banco
Comercial
de Angola,
em frente
à
Minerva, já
em LM e
depois fui
para
Portugal.
Agora
estou no
Brasil.
Vivo no
norte do
Brasil,
numa zona
completamente
tropical
que tem
muito de
Moçambique;
mas claro
que,
qualquer
semelhança
é pura
coincidência.
Ainda
não
voltei a
Moçambique,
mas cada
vez mais
essa
vontade
bate e
acho que não
passa
deste ano.
Procuro
um amigo
muito
querido:
JORGE
FREITAS
FERRAZ, moçambicano,
vivia na
Sommerchield,
trabalhou
comigo no
Banco
Comercial
de Angola,
e na
altura da
mudança,
foi para
Durban,
onde tinha
um irmão
de nome
Eduardo, e
onde
casou.
Nunca
mais soube
nada dele. Tanto
pode estar
em Durban,
como em Moçambique,
como em
qualquer
outro
lado.
Procuro
fotos de
Lourenço
Marques do
Banco
Comercial
de Angola,
da Associação
dos
Antigos
Estudantes
de Coimbra
e da Casa
das Beiras
(há uma
em vários
sites mas
quase não
se percebe
o que é) e
da Beira
do Colégio
Luis de
Camões.
Se
alguém
tiver,
agradeço.
|
Um
muito
obrigado por
este site.
O
meu nome é
Rui Ribeiro
e procuro
amigos que
estudaram
comigo em
Barberton (Africa
do Sul) de
1972 a 1976.
Nasci
em 63 em
Lourenço
Marques (Maputo)
e vim
para
Portugal em
76,
directamente
da África
do Sul.
Um
dia voltarei
á minha
terra Mãe.
|
Somos Maria José
(Zézinha) e José António (Sapataria Três S), de Lourenço
Marques, e desejamos contactar a amiga Cristiana Domingues de Grueter que
habitava em Matola com John de Grueter.
Actualmente habitamos em Portugal (S. João da Madeira) e após tantos anos
desde os tempos em que vivemos em Moçambique, é nosso grande desejo
reencontrar esta amiga.
Zézinha e Zé António Santos
-e-mail: jansantos@clix.pt
- ABR15
|
Olá
amigos da
Kanimambo!
Sou
brasileira, moro
em Seropédica
(RJ), me chamo
Bruna Santoro e
estou à procura
de notícias de
uma amiga muito
querida que é
moçambicana.
Como já li
alguns artigos
dela neste
jornal, então
se alguém
pudesse entrar
em contato com
ela e avisar que
eu estou a
procura dela há
muito tempo eu
ficaria
agradecida. O
nome dela é
Nykole Vieira
Arthur da Silva
Ribeiro, tem uma
irmã chamada
Gennies (acho
que se escreve
assim!) e sua mãe
chama-se Maria,
o avô materno
chama-se Júlio.
Um
abraço a todos,
Bruna
Santoro - ABR14
|
Aquela
terra
(Moçambique) é
nossa.
Não
é nossa porque
nascemos ou
vivemos lá... é,
porque ela vive e
nasce em nós.
Como uma vez
escrevi, e só
deixo um
bocadinho:
"Pedro
se adentrava em
suas poucas memórias,
tão pequenininhas.
Olhava no mundo.
Se aconchava no
quente de se
lembrar. Se pedia
um esforço de
sentir que nascia
outra vez. Queria
não se perder.
Errar é próprio
do homem que é
ser errante.
Vaguear na lembrança
é viver por
dentro. Vida é um
rio que corre para
o longe e molha a
margem. A margem
nos fica à
margem, corre ao
lado. Mas nos fica
a lembrança das
mangueiras e do
matope.
Que
bom que é sentir,
mais tarde, o
quente do destino.
Olhar no longe e
querer estar tão
perto. Triste é
viver com o mesmo
sem vontade com
que rasgamos o
ventre a nossa mãe.
Desmemoriamos.
Ficamos presos à
solta.
Me
lembro dele.
Quantas vezes uma
lágrima
presumida. Parecia
buscar a solidão
como aconchego do
mundo. Do mundo e
do tempo que fugia
como o rio. Não
sei que se lhe fez
das lembranças,
dessa doce herança.
Lembrar é
esquecer o
presente. É
querer o passado
no presente. Pedro
se vivia o seu
mundo, criava seu
destino. Olhava à
volta e sentia
cada momento.
Queria sentir a
vida nos seus
sentidos. O cheiro
da terra, o aroma
dos cajueiros, as
flores vermelhas
das acácias que
lhe enchiam os
olhos. E ver as
gentes que os
outros não viam.
Deixar-se ficar
naquela idade.
Visitar o que
ninguém ouvia,
correr as imagens
que os outros não
escutavam. Tocar o
tempo, molhar os pés
na margem."
João
Regueiras - joao.regueiras@netcabo.pt
- FEV10
|
Apesar
de não conhecer
minha terra natal
que é Moçambique
me orgulho de ter
nascido lá , por
isso faço minha
homenagem a ela
abrindo uma agência
de viagens no Brasil,
na região de Angra
dos Reis, com o nome
de kanimambobrasil.
Gostaría
que fosse feita a
divulgação desta
agência pela terra
da boa gente que é
o pouco que posso
contribuir para a
terra do qual eu me
orgulho de ter
nascido.
Apesar
de não conhecer Moçambique
sinto-me na obrigação
de homenageá-la,
por tal dou o nome
à minha agência de
viagens de kanimambo,
nome esse que gostaria
que fosse bem
conhecido na terra não
só para quem quer
viajar e poder
marcar suas férias,
como também em
forma de
agradecimento de ter
nascido em tão bela
terra.
Acesse
o site da
kanimambobrasil
através da www.kanimambobrasil.com
e faça já a
reserva de suas férias
com preços
promocionais.
Estaremos
aqui no brasil para
recebê-los como
ninguém. Aguardo um
retorno de vossa
parte para e-mail
acima mencionado ou
para anakarinaa@bol.com.br. Grata.
Karina (Sócia/Diretora)
- infokanima@terra.com.br
- FEV10
|
Vivi
em Moçambique desde
1948, casei e tive lá
filhos, até 1974.
Nesse
ano vim para a África
do Sul onde ainda
estou.
Vi
hoje um vídeo feito
por uma companhia
chamada "Beja
Filmes", chamado "do
outro lado do
tempo", sobre a
nossa maneira de viver
em Lourenço Marques
durante os anos 60 e
70.
Foi
emocionante.
Haverá
alguém que saiba onde
posso contactar Beja
Filmes?
O
vídeo que vi era uma
cópia pobre e gostava
de comprar uma cópia
melhor. No fim
do filme prometiam
também compilar
outros dois filmes
sobre o Centro e o Norte
de Moçambique.
Se
alguém souber aonde
os posso contactar
ficava agradecido.
Fiz
a tropa no Quartel
General, na 3ª
Repartição, fui
Auditor na Vaughan,
Key & Payne,
trabalhei na Vitória
e na Fábrica de
Cervejas Reunidas.
Vivi
na Matola, no Bairro
Silva Cunha e na
Massano de Amorim, em
frente aos gelados
Italianos.
Obrigado
por este
"Site". Faz
recordar!!! Orlando
Silva - orj_da_silva@hotmail.com
-
JAN31
|
Olá,
meu nome é Rogério
Freire, nasci na Ilha
de Moçambique, em Moçambique.
Não
sei para quem estou
escrevendo esta
carta mas sei uma
coisa, uma coisa que
sempre ficou no meu
coração, o meu
lindo e precioso país
e a sua história.
Sou
residente no Canadá,
mas mesmo depois
destes passados 30
anos, cada vez que
que me lembro de Moçambique,
é como um espírito
novo que nasce
dentro de mim.
Só
detesto uma pequena
coisa. Meus pais
terem que regressar
a Portugal, esse país
maldito de que nem
uma memória boa
repousa na minha
mente.
Um
país cheio de comilões,
tubarões, predadores.
Já resido no Canadá
há 20 anos e nunca
mais fui a Portugal
por essa razão.
O
pesadelo que eu
passei em criança,
nos meus dias de
escola. Fui chamado
retornado mais de um
milhão de vezes,
isso deixou-me cada
dia mais revoltado.
A
cada vez que eu era
chamado retornado,
uma só coisa se
passava na minha
mente: Meu pai foi
quem lutou nessa
guerra em Moçambique,
porque me chamam de
retornado se foi meu
sangue, o verdadeiro
sangue de guerreiro
que lutou nesses benditos
países do ultramar,
tal como Moçambique,
Angola, Macau, Timor,
Cabo Verde, etc.
E
o que mais me
revolta é meu
pai ser tão
patriota, Português
como ele é.
Pois
eu não sou assim,
somente voltarei
a Portugal quando Portugal
me pedir desculpas
pessoalmente.
Talvez
nem acreditem quando
eu digo que sinto
vontade de vomitar,
ter que escrever
esta carta em língua
portuguesa. Pois eu
sou afro-canadiano e
jamais serei
luso-canadiano.
Tenho sim
amor á minha Pátria,
meu lindo Moçambique.
Terra de sangue
perdido em vão,
cujo sangue não tem
valor para a maldita
[República Portuguesa] PS:
Rogério Freire - sharipaterson@hotmail.com
- JAN28
|
Aos
queridos Moçambicanos!
Meu
muito obrigado a
este povo
maravilhoso que me
deu a oportunidade
de conhecer uma
pessoa maravilhosa,
filho desta cidade,
que esteve na minha
cidade (Porto Alegre
- RS) para o forum
Social Mundial.
JM,
sociólogo, educadíssimo
e encantador, com
lábios sabor "picanha".
Meu
muito obrigado pelos
bons momentos que
passamos juntos.
|
Nasci
em Lourenço Marques
em 1953 e andei no
Liceu António Enes até
1972.
Se
alguém da esquina da
Mobilarte me ler,
agradeço contacto
para matar saudades
desses bons tempos.
Luis Mata lmata1@sapo.pt
-
JAN17
|
Kanimambo
! Esta página é
incontestavelmente
EXCELENTE.
Sou
Moçambicana "dos
4 costados"!
Sinto uma certa
idolatria pela Terra Mãe
- minha -
consequentemente as
saudades...
Procuro
e "vasculho"
tudo em busca de obras
literárias de autores
moçambicanos, entre
os meus eleitos
indiscutivelmente Mia
Couto, q/ me perdoem
os demais ( Paulina
Chiziane, Ungulani Ba
Ka Khosa, Alberto da
Barca, Calane da
Silva, Marcelo
Panguana, Fernando
Manuel, Nelson Saúte,
Luis Loforte, Eduardo
White, entre outros)
com uma vénia
especial para o Poeta
José Craveirinha.
O
artesanato... o fascínio
do todo inebria o meu
acordar, ajuda o
decorrer dos
dias.
Quero
voltar para ver, ouvir
a Marrabenta, sentir e
absorver o aroma dessa
terra dengosa.
Não
foi por mero acaso que
optei pelo endereço
onde as marcas de Moçambique
estão visiveis
(maotas15@vizzavi.pt).
Nasci
em 1963, vivi a minha
infância nas Maotas
(no Bairro Ferroviário)
e estudei na
"Joaquim Araújo"
- no 1º ano do ciclo
preparatório. Depois
despertei para a moçambicaneidade;
"carregaram"
comigo, arrancaram-me
as raízes q/ soltas
teimaram em sobreviver
e não secar.
Um
Abração Moçambique.
Marlene - hugo9@vizzavi.pt
-
JAN15
|
Quelimane - Instituto
de Nossa Senhora do
Livramento 1966-1969;
Escola Preparatória
1970-1972; Liceu 1973
a 1975; Entretanto,
Basquet no Benfica de
Quelimane.
Aos moçambicanos
de ontem de hoje e de sempre
aquele abraço. Adelson
Amaral. an_amaral@netcabo.pt
- JAN01
|
|