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Não quero deixar deixar esta
oportunidade de vos desejar a todos a continuação de uma abençoada
oitava Natalícia e desejar-vos as Bençãos de Deus para o ano de
2006!
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Meu
nome é: Mário João Próstamo Rocha. Sou Moçambicano, meu pai
era revisor dos Caminhos de Ferro de Moçambique. Chama-se ou
chamava-se Armando Rocha, Português.
Se
não estou em erro voltou a Portugal em 1976.
Gostaria
de ter notícias deles ou de familiares. O meu endereço electrónico
é: ccgovmz@tvcabo.co.mz.
Obrigado.
Mário João - DEZ28
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Caro
amigo,
Venho
anunciar a publicação de um documentário em DVD sobre a cidade de
Maputo.
Apesar
de assumidamente amador, ele contribuirá
-
para
levar a toda à geração Laurentina imagens actualizadas das
ruas e bairros ainda no nosso imaginário,
-
para
que a ideia (por vezes distorcida) sobre esta linda cidade seja
ajustada à realidade.
Em
fins de Setembro de 2005 estive em Maputo de férias com minha
mulher, ao fim de 31 anos de ausência.
Tenho
de referir aqui a influência que o seu site teve na nossa decisão
de ir a Maputo, e a preciosa ajuda que prestou na fase preparação
da mesma viagem.
É
difícil filmar em certas zonas de Maputo, sobretudo quando se é um
casal cinquentão desconhecido e só. Por isso, as filmagens não são
exactamente as que gostaríamos que fossem.
Mostrando
as diferentes faces de Maputo – as partes degradadas mas também
as modernas edificações - é um filme sincero. Não nos moveu
qualquer intenção política, comercial, publicitária. Não
pedimos nem recebemos patrocínios. Utilizando os nossos próprios
meios, dedicámos a este projecto de divulgação todos os minutos
livres dos últimos meses.
O
facto de ser um filme amador transmite a isenção e a confiança
que filmes publicitários e institucionais não conseguem.
Além
disso, não é feito por um repórter ocasional, mas por um
conhecedor que lá cresceu e que percorreu vezes sem fim cada rua
agora filmada.
Queremos
também contribuir para melhorar a imagem de Maputo em Portugal - e
não apenas em Portugal, pois a minha família brasileira faz-me
perguntas inimagináveis sobre a terra onde nasci.
Porque
o público mais atraído por este DVD será o da geração
Laurentina de 60-70, no DVD estabelecemos a relação entre os nomes
actuais das ruas e os antigos, o que permitirá a actualização das
pessoas que lá não vão há muito tempo.
Uma
última palavra: o início de cada capítulo contém as partes menos
interessantes: convidamo-lo, por isso, a não desistir de ver os capítulos
até ao fim.
Gostaria
de oferecer o DVD a todos os que trazem na alma o perfume desta
terra, mas os custos de fabrico no estrangeiro, registo, direitos de
autor e taxas da Inspecção-Geral das Actividades Económicas foram
muito elevados. Por isso, não farei fortuna com este trabalho, mas
gostaria pelo menos de cobrir os custos.
Os
interessados poderão adquirir o DVD ou ver mais informação no
site www.kundalini.pt.
Quem
pretender comprar em quantidade (para revenda), agradeço que o
refira, para beneficiar de um desconto de 15%.
Ao
criador do site Kanimambo só poderia oferecer o DVD - e será um
imenso prazer fazê-lo. Mande-me por favor o endereço para o qual o
devo enviar.
Um
abraço e votos de Boas Festas.
Carlos Rocha
- DEZ20
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Procuro Eng. José Sacramento
Mendes, professor Colégio Marques Agostinho e António Pragosa
"Assistente" e aluno também no Marques. Sou o
Oliveira Carvalho "Assistente" e aluno do Marques
e vivíamos na casa da tia do Pragosa.
Ao "KANIMAMBO" o meu
muito obrigado por este bocadinho da terra do nosso coração.
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Estudei na Escola Fernando Pessoa na
década 70 e lembro-me de 2 irmãos muito meus amigos. A Paula
Cristina Morais Tomás e o José Luís Morais Tomás.
Moravam na R. de Coimbra e depois foram para a África do Sul e
nunca mais os vi.
Da Fernando Pessoa lembro-me dos professores Jaime e Amílcar Rebelo
(irmãos) e da D. Olívia. Lembro-me também da professora Eugénia
e da professora Silvina. Todos eles já tinham uma certa idade na
altura.
O meu contacto é miguelbatla@hotmail.com
Kanimambo
- NOV30
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Acompanhe
no ForEver PEMBA ( http://foreverpemba.blogspot.com/
:
-
Memórias
das Ilhas de Querimba.
-
A
Pemba do Júlio Carrilho.
-
Exposição
Histórica.
-
Mocímboa
da Praia ainda...
-
Diversificando.
e,
se possível, reveja os 'Flagrantes do Recanto bucólico', sempre
sob o som lusitano e acolhedor da RDP internacional ao vivo.
Sua visita e participação são fundamentais para a permanência
deste blogue.
Abraços, Jaime Luis Gabão
- NOV27
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Olá...
Não devo estar a dirigir-me à pessoa certa, mas não sei quem
contactar!
Sou a Ariana, de Portugal e eu mais um amigo gostávamos muito de
poder ir para Moçambique trabalhar! Ajudar o vosso povo...sentir
que estamos a fazer algo de realmente útil para ajudar
compatriotas!
Como
já disse não sei quem contactar para receber informações do que
podemos fazer aí e como tal, se me poder ajudar a encontrar alguém
indicado para me dar essas informações, agradecia...
Ansiosamente
à espera de resposta. Ariana
- NOV15
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Enviei
um outro e-mail pedindo informações acerca dos órgãos
constitucionais ou não que me pudessem informar sobre a
possibilidade de eu e mais um amigo irmos trabalhar para Moçambique,
esquecendo-me no entanto de referir a área em que mais podemos ser
úteis. Podemos e gostávamos de trabalhar na área do urbanismo e
reconstrução de aldeias e cidades ou então no campo do ensino.
Mas estamos interessados em qualquer outra área em que com o nosso
humilde contributo possamos ajudar Moçambique. Ariana,
de Portugal - NOV15
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Muito
obrigada por este site, que gostei muito de visitar!
Também
sou de Moçambique.
Nasci
e cresci na Beira! Vivi lá desde 1955 a 1974. Era naquela altura
conhecida como São Fernandes e fiz bastante desporto, jogando
basketball no Sporting e joguei futebol de salão pela casa Bulha!
Não
foi de livre vontade que deixei a minha terra (que ficou gravada p´ra
sempre em mim), mas a vida é assim!
Eu
vivo desde 1979 na Alemanha!
A
todos os Beirenses um abração e as Bençãos de Deus ! São
Fernandes - NOV13
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Estive
recentemente em Moçambique (Maputo) após 32 longos anos de ausência
e senti como se pertencesse àquele País maravilhoso, apesar
de só lá ter estado 32 meses (período de comissão militar do meu
marido).
Agora,
passado todo este tempo fui em férias, rever um País pelo qual
apenas lá fui parar por causa duma "guia de marcha", e o
que senti ao pisar aquela terra não tem explicação.
Foi como se tivesse lá nascido e crescido.
Foi
uma emoção muito grande e agora, mais do que nunca, entendo muito
melhor todos aqueles que sentem uma saudade imensa de tudo aquilo.
Passei mais tempo na região de Tete (Moatize).
Tenho que voltar a esse País, mas dessa vez também a Tete; alguém
me diz como estará essa cidade?
Parabéns a todos os Moçambicanos e o meu Kanimambo. Maria
Marreiros
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Vivi
na Beira de 79 a 82 (11 aos 14), no bairro das Palmeiras, sem na
altura perceber, fiquei enfeitiçado para sempre pela terra, o
cheiro, as cores, o espaço. Não vale a pena dizer mais nada, quem
lá viveu sabe o que sinto, os outros (que me desculpem) mas não há
palavras.
Finalmente vou poder regressar para umas curtas férias de 15 dias
repartidas entre Maputo e Beira, a última informação que me deram
da Beira há uns anos atrás é estava tudo muito destruído e q não
havia nada para fazer. Preciso da ajuda de alguém que tenha estado
recentemente na Beira para eu saber se vale a pena lá ficar mais
que 4 dias.
Muito obrigado - sergiomarq@iol.pt
- OUT30
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Sou
moçambicana mas vivo em França desde que os meus pais voltaram,
em 1975...
O
meu maior sonho é voltar à minha terra !!!
Pode,
se tiver informações, me dizer qual e a companhia aérea para
ir a Moçambique ?
Fico
lhe muita agradecida.
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Aqui estou mais uma vez para falar
sobre Moçambique.
Sou a "Laurentina"
que esteve em Maputo há 2 semanas e ainda não conseguiu
arrumar as memórias na realidade. Cada minuto livre é
usado para através do Kanimambo e não só, regressar a Moçambique.
E há coisa de 2 dias no blog mistermadala dei de caras com uma
foto do restaurante de meu pai: "O Castro da Manhiça" e
comentários sobre os bifes do Castro feitos pela minha mãe.
Ninguém pode imaginar o que senti. Fui ao céu contar-lhes o que
tinha visto e não foi necessário falar-lhes, porque eles sabiam.
Depois, corri em busca de fotos antigas para de alguma forma
saber se era verdade ou não o que estava a viver. E era. Chorei uma
vez e de novo chorei.
Hoje vou tentar enviar 4
fotos. Duas que tirei há 2 semanas e as outras bem antigas.
Espero conseguir para perante o mundo invisível mas bem real
que é a net, poder de alguma forma homenagear a memória de
meus pais e os bifes do "Castro da Manhiça",
que nasceram na cantina antiga e com traços bem
coloniais e não no restaurante mencionado no blog de
mistermadala.
Um abraço a quem ama Moçambique.
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Kanimambo
Moçambique!
Procuro
o MANECAS.
Procuro referências de um moçambicano que em Junho de 1967 viajou
de Moçambique para Lisboa no paquete Angola, e que a partir de
Luanda viajou junto com os irmãos Moutinho, com quem passou uns
dias de férias perto da Guarda e cujos pais suponho serem dos lados
de Vila Real de Trás-os-Montes.
Quem ler esta msg e por acaso saiba alguma coisa, contacte-me por
favor!
Necessito encontrar este amigo! 919333570. fernandomoutinho@iol.pt
- OUT18
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Eu
sou o Carlos Maia, da Beira, Manga.
Morava
ao pé da paragem dos machibombos.
Alguém
que tenha fotos desse local por favor disponibilize.
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Foi
através deste site que eu e meu marido recolhemos informação
e imagens sobre o Moçambique de hoje.
Por
isso Maningue Kanimambo.
Tenho
56 anos e há 2 semanas estive em Moçambique após 32 anos de
ausência.
Tinha-me
esquecido dos odores fortes de África e chorei desde que pus os
pés no aeroporto até ao hotel. Maputo era-me familiar mas não
tinha nada a ver com Lourenço Marques onde nasci, cresci,
estudei e casei. É um pais diferente, onde há coisas muito
boas e outras muito más, como em qualquer parte do mundo, mas
valeu bem a viagem porque pensei ter reciclado o ficheiro
sobre Moçambique e não. Tudo, mesmo detalhes da minha infância
passada na Manhiça, no "Castro da Manhiça" foram
lembrados e revividos até às lágrimas.
Quem
lá viveu e pensa em voltar para férias ou viver, deve ir
preparado para viver emoções muito fortes quase impróprias
para cardíacos. Mas vale a pena. Desde comer os camarões no
"PiriPiri", a dar um mergulho na praia do Bilene, a
ver a cidade do lado da Catembe ou a pisar a terra vermelha da
Namaacha. Comer papaias compradas no mercado da Macia, castanha
de cajú sem sal ou aditivos, ver o por do sol do Hotel Cardoso.
Fazer percursos a pé desde casa à escola. Passear no
miradouro Lisboa. Mergulhar na baía do Espírito Santo... sei lá,
tanta tanta coisa....
Vão,
porque apesar de doer, o que trazemos dentro de nós é o
infinito.
Um
abraço a quem ama Moçambique. Obrigado ao Kanimambo. Ana
Maria - OUT11
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Boa
Noite...
Sou
o Paulo e como não podia deixar de ser vim do "Nosso Moçambique",
terra essa que não me sai da lembrança.
Tenho
44 anos e nasci em Inhambane, terra da boa gente...da boa
tangerina, das lindas praias...e o Tofo ao longe.
Sonho
com o dia de levar a minha esposa (uma Alentejaninha de gema) e os
meus filhotes àquela linda terra....
Se
tiverem notícias da minha terra, ou preços de
embarque...enviem-me.
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Parabéns pelo site.
Vivi na Rua Norte, 268, em frente
ao Instituto de Algodão, em Machava. Haverá por ai alguém da
zona?
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Muitos
Parabéns!!!!
Adorei o vosso site, fez-me ficar nostálgica.
Procuro uns amigos de Moçambique, a Maria João e o António Pedro.
Fico à espera de notícias.
Beijinhos. Telma Grazina
- AGO26
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Procuro:
Rose Amélia Fernandes
Elisabete
Silva - JUL25
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Meus
caros,
Permitam
compartilhar convosco algumas das melhorias recentes no Marracuene
Lodge.
Com
uma gerente nova no local e algum investimento feito, se você não
tiver lá ido recentemente, será melhor ir lá e verificar
pessoalmente as mudanças.
A
electricidade da rede foi estabelecida,
as casas recondicionadas e a floresta
encantada expandida... muita coisa mudou... para melhor,
naturalmente.
Lembre-se
também que no dia 10 de Novembro faremos novamente o terceiro
"Maputo - Marracuene 4x4 e
motos" que já se vai tornando uma tradição.
Registe agora em sua agenda e certifique-se você se inscreve desta
vez a tempo de participar.
Para
mais detalhes sobre o último evento verifique o link
www.adviser.co.mz/marracuene_files/4x4.html
O
Lodge promoveu recentemente alguns
concursos de pesca desportiva de alto mar e o resultado é
surpreendente.
O
lançamento fácil dos barcos, acesso fácil de
e para a cidade de Maputo e pessoal dedicado à assistência com
todas as exigências dos pescadores. O resultado da pescaria foi
igualmente espantosa. Aguardo apenas que o Les
Combrink do clube LABA - Associação
de Pesca e Barcos do Lowveld na Africa
do Sul nos entregue as fotos para poder compartilhar convosco... É
que não há
palavras para expressá-lo. Será você mesmo a conferir as imagens
no nosso site muito em breve.
Aproveito
para recordar também que Dezembro é uma época muito procurada e
que já começamos a receber reservas. Porque não
reservar já a sua estadia connosco?
Pense duas vezes e não terá a
acomodação disponível quando você a quiser!!!
Esperamos
vê-lo em breve!
João
das Neves
Marracuene
Lodge
Tel:
+258 1 314041 - Maputo
- Mozambique
www.adviser.co.mz/marracuene.html
- JUL10
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Foi com muita alegria e emoção...
Enfim, não há palavras para estas
imagens maravilhosas da minha terra, que me viu nascer.
Parabéns para quem elaborou.
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Olá,
eu sou uma jovem Portuguesa de 27 anos de idade, neste momento
recebi uma proposta de trabalho para ir para Chimoio.
Sou
Licenciada em Contabilidade e Auditoria e irei exercer funções de
contabilista numa empresa cuja sede é no Zimbabué, mas que tem vários
escritórios de prestação de serviços de contabilidade e
auditoria espalhados por Moçambique.
Devo
dizer que estou bastante entusiasmada com esta oportunidade, pois
alicia-me bastante ir conhecer uma cultura nova e também, naquilo
que conseguir, contribuir para o desenvolvimento de Moçambique.
No
entanto, sei muito pouco sobre a Província de Manica e Chimoio,
pelo que agradecia que me escrevessem a falar um pouco sobre o que
vou encontrar. Sara Ramalho
- JUL03
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Alô:
Meu nome é Luís Fonseca e nasci
na linda cidade de Lourenço Marques em 1960.
Em Dezembro de 1974, tive que
abandonar todas as minhas raízes e rumar para Portugal.
Desde aí, até à presente data,
nunca mais soube nada dos meus grandes amigos que lá deixei.
Muitos deles já não me recordo do
nome, mas há dois que nunca me irei esquecer. São eles o João
Morais e o João Babito.
O nosso ponto de encontro era
habitualmente em casa dos meus pais, que ficava no bairro da
Sommershield.
Se algum de vocês ler esta
mensagem e se lembrar do Luís Fonseca e do irmão Mário Fonseca
e do que um dia fizemos ao muro do jardim da nossa casa, então peço-te
que entres em contacto comigo.
Gostava imenso de saber o que é
feito de vocês.
Abraços para todos os moçambicanos.
Luís Fonseca - JUL02
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Olá,
sou natural da Cidade da
Beira, vivo em Portugal desde Fevereiro de 1975.
Procuro
um grande amigo de nome Aiuba, que morava em casa do Professor
Caldinhas, junto ao cinema S. Jorge, se alguém tem noticias dele
agradecia que me enviasse para o meu mail: luis_m_a_pina@sapo.pt.
Eu
vivia na rua Mereamada, frequentava o cinema S. Jorge e estudei no
Liceu da Beira.
Um
Abraço, Luis Pina - JUN13
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Boa
tarde.
Sou Maria Luísa Rendeiro Porto Soares andei no Colégio das
Franciscanas da Munhuana.
Tenho 43 anos de idade e, gostaria de tentar localizar colegas
dessa altura.
Fui aluna da Irmã Marilia, prof. de História, da minha própria
mãe, Maria Luísa Rendeiro dos Santos, leccionava francês,
da Profª Fátima de
Trabalhos Manuais, que residia no prória colégio.
Os meus contactos são: mariarendeiro@netcabo.pt
ou telefone da minha empresa 21 482 25 24.
Espero ter sorte e conseguir localizar alguns ex-colegas.
Estive presente em Fátima, no convívio dos colegas do meu
pai - encontro de ferroviários/maquinistas - na Quinta da
Ramila.
Este ano foi reduzido o numero de participantes:-(((.
Gostaria de sugerir se possível voltar-se a fazer encontros
para localização de alguns amigos, como inicialmente se
realizou quando da nossa chegada a Portugal.
Saudades muitas... da minha terra! Cada ano que passo e cada
vez que tenho de viajar para o exterior de Portugal, sinto uma
saudade imensa de Moçambique!!
Maria Luísa Rendeiro Porto Soares - JUN05
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Encontrei
hoje o v/ site e matei saudades ao ver e ler tudo sobre Moçambique
e especialmente sobre Lourenço Marques.
Tenho
56 anos, nasci e vivi sempre em Lourenço Marques, no Alto-Maé
e ultimamente no Bairro do Fomento, na Matola. O meu pai
trabalhava na Cajuca.
Andei
na Escola Comercial, na Av. 24 de Julho.
Quanta
saudade meu Deus!
Agora
a família está toda espalhada, os amigos também.
Vim
em 1976 e desde então nunca mais lá voltei, mas não vejo a
hora de poder levar a minha filha para conhecer aquelas
festas, as quermesses, as tardes dançantes, a praia, o
Jardim Vasco da Gama, etc. etc.
Gostaria que
o site tivesse receitas de culinária típicas.
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Boa
tarde - sou uma MOÇAMBICANA de 56 anos, nascida e criada, 2
filhos MOÇAMBICANOS e em 1975 vim para o Brasil - costumo
abrir o site Kanimambo para matar saudades de lugares conhecidos
só que não consigo encontrar nenhuma foto do Liceu onde
estudei que ficava perto do Museu. O que aconteceu com tal
construção? Por exemplo - achei o prédio dos Correios onde o
meu falecido Pai foi Diretor - até consegui imprimir a foto
porque localizei a janela da sala onde ele trabalhava para
mostrar aos meus netos. Aguardo notícias.
Um
grande abraço de uma Moçambicana, Ana
Romano - MAI13
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Kanimambo
Webmaster, pelo facto de nós Moçambicanos (e não só),
podermos chorar de alegria ao lermos as mensagens e recordações
da nossa terra.
É impressinante, pois pensava que só eu sentia tantas
saudades, tanta nostalgia pela nossa terra.
Eu era conhecido por JOCA, vivi no Alto Maé junto ao esquadrão,
na Pta António José Guerreiro.
Estudei na Joaquim de Araújo até 1968, Escola Industrial de 69
até 74 e posteriormente estive na Africa do Sul.
Vivo em Portugal desde 1976 e nunca me integrei completamente na
forma de viver aqui, até porque faz maningue frio ( O babalaze
aperta maningue ) eheheheh.
Por tudo isto UM KANIMAMBO muito grande ao mentor deste site e a
todos os que contribuem para que ele subsista.
Até sempre. fsimoes_sr@netcabo.pt
- MAI11
|
Olá
gente boa. Estou feliz por encontrar este site, não fazia a mínima
ideia que existia.
Sou
Elisabete Castela, nasci em Vila Pery em 1962, morei perto do Colégio
Nª. Srª da Conceição, mais tarde na Soalpo e o meu pai chamava-se
Fernando Castela e a minha mãe chama-se Isilda Castela.
Agora estou casada, moro em Póvoa de Lanhoso.
As
saudades da minha terra são imensas. Espero um dia lá voltar
para sentir o cheiro da terra que não existe noutra parte do
mundo cheiro igual. Bjk fcpelisabete42@hotmail.com
- ABR26
|
Caros
Amigos do Ponto de Encontro:
Gostaria de encontrar alguém que tenha frequentado o Colégio
Paulo VI em Quelimane. Caso haja alguma informação, agradeço
que me enviem por e-mail. Muito Obrigado. Luis
Figueiredo - ABR18
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Através de um amigo cheguei
aqui... que maravilha poder ver a nossa terra... que saudades...
Aproveito p'a mandar um PROCURO:
Malta de Lourenço Marques. Praceta Costa Portugal, Cerca do
Quartel Militar, Cerca da antiga Av. Pinheiro Chagas... Alto
Maé. Nasci em 65 no Chinde. Fiz a primária na Escola Rainha
Santa Isabel, até 75.
Também
procuro um irmão mulato. O meu Pai deu uma "facadinha"
no casamento e frutificou: Deve ter a minha idade ou então um
ano mais que eu... o meu pai era da Guarda Fiscal: Armando
Rodrigues Pais Avó.
PAISAVÓ...
alguém sabe d'alguma coisa... ??? Paula Avó - impeca-paula@telefonica.net
- ABR14
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Caro
amigo compatriota webmaster, bom dia.
Meu
nome é Joshua Tannuja Linssing Langa, sou natural da Beira mais
precisamente do Bairro da Manga.
Caro
amigo, estou enviando estas linhas no intuito de reencontrar as
minhas irmãs, que não as vejo desde o ano de 1973. O nomes
delas: Rosecleyd Tannuja Linssing Langa e Rosenilse Tannuja
Linssing Langa, filhas do pastor da Igreja Baptista Mundial. Foi
morto, junto com mais duas filhas e esposa, no ano de 1974, no
Estádio da Machava, em Maputo, antiga Lourenco Marques.
Webmaster,
estas minhas irmãs, elas são missionárias da Igreja
Baptista Mundial. O nome de meus pai, Joshua Langa e Anne
Tannuja Linssing Langa. Ele é natural de Moçâmedes, em Angola
e a minha mãe é natural de Cashemira, na Índia. Desde o ano
de 1982, estou aqui no Brasil. Estou completamente legalizado,
junto às autoridades Brasileiras. Saí de Mocambique por causa
dos problemas políticos e sociais e também devido às mortes
dos meus pais e das minhas irmãs, por problemas
político-religiosos, mas mesmo assim não guardo rancor, mais
sinto imensas saudades destes que me ensinaram a não ir pela
violência das armas, mais ir pela paz, por isso peço para
todos os meus compatriotas que me ajudem a encontrar as minhas
irmãs, tios, tias, primos, para que eu possa apresentar aos
meus filhos o que tanto eles me cobram: a presença familiar,
tios, tias, primos, primas.
Para
melhores detalhes, entrem em contacto pelos meus e-mail: linssingeletronica@uol.com.br
ou linssingeletronica@.com.br
ou escreva-me para Rua Chabera 271, Bairro de Vila Formosa, São
Paulo, Brasil. Cep 03364-030. Aguardo qualquer contacto. Joshua
- ABR09
|
Eu
vivi em Lourenço Marques, estudei até 1974 no Instituto João
de Deus, na Namaacha, onde estive interna. Vivi ultimamente no
Bairro do Jardim, na Rua das Acácias e das Trepadeiras e não
me lembro de outros nomes. Tinha na altura 12-13 anos, quando
mudámos para a antiga Rhodésia.
Meu
nome é Florbela (de Vasconcelos). Em casa chamavam-me
Belinha ou Bela. Meus irmãos estudaram no IMA da Namaacha. A
minha infância foi na Matola, onde a família da minha mãe
vivia, os Garranchos.
Recordar
é sempre bom, há memórias que sempre ficam. Florbela
- ABR03
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Chamo-me
Luís Filipe da Fonseca Gonçalves, vivi em Tete desde 1966
até 1976, no Bairro da Polícia.
Gostava
de saber o que é feito dos meus amigos que viveram nesse
bairro para um possível contacto. Luís Filipe, tel
+351-934400575 e-mail luigo123@hotmail.com
- MAR16
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Hello.
Maybe one of you can help. For a Dutch Magazine I'm looking
for a high res image od the Grande Hotel in Beira, as it was
stiff funcioning as a hotel.
Maybe
you know where to find it?
Thanks
a lot in advance for your help!!! Kind regards.
Feature
Team - Marieke
Oostveen -
MAR15
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Referência ao Projecto Institute for
International Cooperation and Development (Vasco Galante):
Chamo-me
Sairesse Félix Bento, sou natural de Nampula (Moçambique) e
estou radicado em Portugal.
Sou
deficiente de amputação da coxa esquerda.
Não
tenho condições de contribuir financeiramente, apenas tenho a
louvar o vosso espírito de iniciativa, o vosso projecto, tendo
certeza que irá ajudar Moçambique, porque necessita esse tipo de
projecto.
Faço
votos que tenham sucesso.
Para
além de que todos tenham condições para outros projectos avançarem
para aquela bela terra, que está com as mãos abertas. Sairesse
Félix Bento - FEV27
|
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Meu
Prezado Senhor
Gostaria
que colocasse na sua página, no "ponto de encontro" uma
mensagem, pois procuro um moçambicano de nome JANUÁRIO NOTICE
CAUSSIUA.
Esta
pessoa estudou no Brasil, mais precisamente na cidade de Maringá,
Estado do Paraná. Fez o curso universitário de processamento de
dados na Universidade Estadual de Maringá – UEM. Concluiu
o curso em fevereiro de 1994.
Nós
residimos juntos durante o tempo em que fui estudante de direito
naquela universidade. O Sr. Januário regressou em Moçambique ainda
em 1994. E desta data em diante, nunca mais tive contato com o
mesmo. Já tentei localizá-lo, mas em vão. Quando do seu regresso,
deixou um número de telefone para contato, mas infelizmente, não
consigo êxito. O número é 140611, e ele estaria residindo em
Maputo.
Por
isso o motivo desta mensagem. Estou enviando para diversas pessoas,
com intuito de localizá-lo.
Meu
nome é Adir Luiz Colombo, atualmente moro em Toledo (Estado do
Paraná, Brasil) e sou advogado e professor universitário.
Segue
anexa abaixo fotografia do mesmo, só que de dez anos atrás. Para
mais fotos e maiores informações sobre minha pessoa e dos amigos
de Januário, nos seguintes vínculos: www.pixlog.net/republicavermelha
(nome da nossa residência “oficial”) e http://adv.ass.bonetti.sites.uol.com.br.
Assim,
se ao acaso, conhece esta pessoa, peço a grandiosa gentileza para
que o mesmo entre em contato comigo. Também, caso tenha como
retransmitir esta mensagem, até mesmo em outros órgão de comunicação,
como por exemplo, jornais, rádio e televisão, peço-te gentilmente
que faça. Desde já agradeço por sua valorosa
atenção e seus préstimos.
Atenciosamente,
Adir
Luiz Colombo.
Telefones:
código para o Brasil 55:
Comercial
45-378-4242;
Residencial
45-252-0171;
Telefone
móvel (Celular) 45-9973-6394;
Mensagem
no blog: www.pixlog.net/republicavermelha
Mensagem
instantânea (MSN) colombodetoledo@hotmail.com
-
FEV27
|
Um
livro de autoria de Carlos Lopes Bento (Viveu em Moçambique, de
1961 até 1974, onde desempenhou funções na Administração
Civil) com detalhes científicos e precisos sobre uma das
mais belas regiões de Moçambique, "AS ILHAS DE QUERIMBA OU
DE CABO DELGADO", está desde hoje na net - Home
Pemba - à disposição daqueles que desejam estudar ou
aprofundar conhecimentos sobre a realidade sócio-cultural típica,
em todas as nuances étnicas, históricas e geográficas tão
pouco conhecidas e divulgadas, de uma região geográfica que diz
muito a todos nós que continuamente prezamos, estudamos e
tentamos divulgar Moçambique.
|
Apenas
para dizer obrigado!
Sabe
bem daqui de longe ler e deliciar os olhos e o espírito com
imagens da nossa terra.
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Meu
pai chama-se José Gonçalves Lino de Oliveira e é Português. Ele
morou em Moçambique até 1975, o ano em que eu nasci. Ele era Director
de Educação e Cultura da Província de Gaza (Manjacazi,
Chidenguele), onde ele conheceu minha mãe, de nome Amália da Conceição
Teresa, moçambicana, professora na época.
Antes
do meu pai ir a Moçambique ele morava perto da maior catedral Católica,
nos anos 70, e o seu irmão era padre da mesma igreja em Lisboa.
Peço
a vossa ajuda para encontrar o meu pai.
Meu
nome é Maria Amélia José Lino de Oliveira.
Por favor me ajudem a achar meu pai.
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Boa
tarde para todos.
Peço que todas as
pessoas que
conheceram em Moçambique,
famílias de
origem Inglesa, me
digam alguma coisa.
Procuro
a minha irmã
nascida na região
de Nampula ou Porto
Amélia (Pemba) e
a mãe dela era de
origem Inglesa.
Muito obrigado.
Luis
Amaral -
JAN31
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Ilustre compatriota,
Portugal
contribuiu muito
para o esforço
internacional que
ajudou a pôr um
fim à guerra
civil
neste país de
língua
portuguesa, guerra
essa que custou a
vida a mais de um
milhão
de
vítimas
indefesas.
Agora
é necessário
ajudar a construir
um país onde
metade dos mais de
18,5 milhões de
habitantes
tem
menos de 15 anos e
onde 1 em cada 5
adultos está
infectado com o
vírus HIV/AIDS.
Aqui
está o "Moçambique
Team" que
está pronto para
partir para este
país africano
para trabalhar em
diversos projectos
de carácter
educativo
(consoante a
experiência de
cada um dos seus
membros faremos
formação de
professores
primários,
trabalharemos
directamente com
crianças órfãs
e divulgaremos
informação sobre
como evitar o
contágio do
vírus HIV/AIDS.
Pode
ver a descrição
do nosso projecto
em:
http://www.iicd-volunteer.org/newsite/programs/mozambique/index.html
Já recebemos alguns donativos, eu pessoalmente
já estou de malas
aviadas, mas
gostaria de ajudar
os meus
companheiros a
alcançar os seus
objectivos
enquanto não
parto para
Moçambique.
Para todos os que possam e tenham vontade de
contribuir para
esta causa, um
modo muito simples
de fazer um
donativo para o
nosso projecto
educativo em
Moçambique é
este:
- na página da minha ONG http://www.iicd-volunteer.org/,
em baixo à
direita está um símbolo
PayPal através do
qual se pode doar
qualquer valor via
cartão de
crédito (na
página sucessiva
é favor escrever
em "Payment
for" :Mozambique
/ Vasco).
Posteriormente o doador receberá uma carta do
IICD (Institut for
International
Cooperation and
Development) como
recibo, "tax
deductible"
(nos Estados
Unidos tenho a
certeza, em
Portugal não
estou tão seguro)
e agradecendo o
donativo.
Melhores cumprimentos. Vasco
Galante - JAN26
IICD
- MOZAMBIQUE
TEAM
1117
Hancock Road
Williamstown
01267
MA - USA
Phone
(+1)
413-458-8538
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Vamos
visitar o Moçambique
em breve.
Gostei
imenso a informação do
vosso site! É
mesmo muito bom
para ter uma ideia
turística de Moçambique.
Talvez
podia ter mais
informação sobre
a vida social do
Moçambique!
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Olá
pessoal.
Foi mesmo por acaso
que encontrei este
site e estou
maravilhado. Não
fazia a mínima
ideia que existia.
O
meu nome é
Ricardo Galamba de
Sepulveda,
nasci na África
do Sul (por motivos
de saúde
da minha mãe)
em 2 de Janeiro de
1964,
mas sempre me
considerei Moçambicano. Ambas
as famílias
são
de Moçambique.
Vivemos no bairro da
COOP e depois na Avenida
31 de Janeiro (já
não
me lembro do nº). Agora
resido nos Estados
Unido, já
lá
vão
12 anos. Procuro
amigos que se
espalharam por todo
mundo quando saímos
em 1974/75. Escrevam,
digam qualquer
coisa. As saudades
são
muitas. Um grande
abraço
para todos.
Ricardo
Sepulveda -
JAN06
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Bom
dia,
Meu pai chamava-se António
Cardoso do Amaral
(NECO AMARAL),
partiu para Moçambique
em 1959 mais ou
menos, como tropa. Depois
da tropa estabeleceu-se
na região de
Nampula, mais
precisamente em
Ribaué até 1970.
Era motorista de
autocarros, donde
voltou para
Portugal.
O meu pai não me
falava muito desse
período, só sei
que ele teve uma
filha (Christina)
com uma mulher
d'origem Inglesa.
Agora que o meu pai
faleceu (1994)
procuro a minha irmã
(Christina). Tenho
necessidade de muita
ajuda.
Meu era guarda redes
da equipa
de futebol do Xai-Xai
em 1964
Obrigado
pela mínima importância
que tiverem para
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